segunda-feira, 27 de agosto de 2012

29 · Dia Nacional do Combate ao Fumo


Fundamental II:


Pulmão de não fumante e pulmão de fumante

O dia 29 de agosto foi escolhido como o dia nacional de combate ao fumo, quando são desenvolvidas campanhas alertando as pessoas dos males que o cigarro causa.
Desde 1840 o cigarro passou a ser industrializado, proporcionando um grande aumento de pessoas que fumam por todo o mundo. Antes, os cigarros eram feitos manualmente, como os cigarros de palha.
Fumar faz mal porque o fumo quando queimado produz mais de quatro mil substâncias químicas, sendo que sessenta delas são cancerígenas.
A dependência é causada pela nicotina, um dos elementos presentes no tabaco ou fumo. Após a ingestão da fumaça, o cérebro é estimulado ao prazer, porque a nicotina cai na corrente sanguínea. Com isso, o fumante tem sensação de bem-estar, atenua a ansiedade, diminui a fome, perde peso, sente-se relaxado, etc.
O fumo é uma planta variável em mais de sessenta espécies, que podem ser preparadas para mascar, cheirar ou fumar. Porém, apenas algumas delas são cultivadas para o processo de industrialização.
O fumante, com o passar do tempo, adquire uma doença denominada tabagismo, que se caracteriza pelo excesso de nicotina no organismo.
O tabagismo não é facilmente curado, pois os efeitos do cigarro são processados pelo cérebro e causam prazer. Com isso, o tratamento volta-se para psicoterapias, acupuntura, uso de adesivos e chicletes de nicotina (que juntam pequenas quantidades da mesma no organismo até que a pessoa chegue à baixa taxa), inaladores ou sprays nasais.
Os maiores produtores de fumo do Brasil são os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e Bahia.
As espécies mais cultivadas são de fumo para cigarro, charuto, cachimbo e o fumo de corda (aquele de rolo).
O maior dos malefícios do consumo de fumo é o câncer de pulmão, que responde por 90% dos casos da doença. Além desse, o cigarro também pode causar câncer de boca, mau hálito, dentes amarelados, impotência sexual, gangrena em partes do corpo (diminuição da circulação do sangue), dentre outras.
O tratamento do câncer de pulmão é de muito sofrimento e dor, tanto para o paciente quanto para sua família, pois é um tipo de câncer que pode levar facilmente ao óbito, em razão da sua capacidade de se disseminar para outras áreas do corpo.
Além das medicações que são fortes e causam efeitos colaterais no organismo, o paciente deve passar por sessões de quimioterapia, radioterapia, além de passar por procedimentos cirúrgicos.
Durante o tratamento, o paciente sente fortes dores no corpo, fica fragilizado e sem resistência, perde os cabelos, sofre com aftas e feridas na boca, náuseas e vômitos constantes, emagrece muito, fica anêmico e pode ou não apresentar febre (em razão da infecção).
Pessoas que não fumam devem ficar alertas, pois a inalação da fumaça do cigarro, mesmo que de outra pessoa, causa os mesmos males, sendo consideradas fumantes passivas. Outras nada podem fazer, como no caso de crianças que convivem com pais que fumam ou mesmo recebem a nicotina ainda na barriga da mãe.
Dessa forma, para se evitar a aquisição de um câncer ou outras doenças causadas pela fumaça do cigarro, o melhor a fazer é não fumar e ajudar a combater o consumo do fumo, do tabaco, devido aos sérios problemas que causam ao organismo.
Ajude, oriente, participe, essa campanha precisa de você!
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Extraído de:





Fundamental I:


O ESQUILO, O MACAQUINHO E O TABACO
Escrito por Ramacheng

Diz La Fontaine que: Era uma vez um esquilo e um macaquinho. Lembram? 
Era o macaquinho que havia usado a mão do gato para retirar as castanhas do fogo. E era o 
esquilo que tinha sido roubado das suas castanhas, que agora queria vingar-se. Por isso 
furou algumas das castanhas e introduziu raspas de tabaco no miolo, pois havia cheirado 
esse material e havia achado pavoroso. 
O macaquinho achou estranho o gosto, porém as castanhas deixadas ao fogo eram mesmo 
boas e as comeu todas. Parece que gostou. O esquilo aumentou a dose de tabaco e cada 
vez o macaquinho ficou mais ansioso por pegar as castanhas sem desconfiar que o esquilo 
as estava enxertando de fumo. 
Passou assim a ser viciado em mascar tabaco e acabou descobrindo a fonte do tabaco e 
assim o esquilo passou a faturar comprando e revendendo a erva que os colonizadores 
encontraram com os índios da América. 
Conclui o narrador que o ser humano deve ter sido vítima dos maus espíritos para adquirir 
tão nojento vício por vingança contra o roubo das riquezas castanhas dos índios tiradas com 
a mão do gato dos escravos. 
Por qual motivo, perguntamos nós, esta fábula foi retirada da lista das lições deixadas por 
La Fontaine? 
Não temos necessidade de longos raciocínios para responder. 
É que os macaquinhos, visíveis ou invisíveis, já estavam negociando altos valores em 
tabaco e tinham altos resultados na destruição do ser humano com os vícios...
Assim, pagaram aos tipógrafos para suprimir esta fábula da edição deste autor. A explicação da formação dos vícios vamos ver contada em outra fábula dessa série. É "A 
Raposa sem Rabo", que já era conhecida na Suméria, onde também se conhecia o haxixe 
que era o vício combatido com esta fábula.

Fonte: http://pt.shvoong.com/books/children-and-youth/1840663-esquilo-macaquinhotabaco/


Desenho animado: Fumar pra que?




Leia a história em quadrinhos da Turma da Mônica - Prevenção ao Tabaco:



Para saber mais:




Jogos online contra o tabagismo:


1. Coloque o símbolo "não" sobre o cigarro o mais rápido possível: 

2. Acerte os cigarros antes que eles acabem com as pessoas:

3. Fuja dos fumantes e não fume de forma passiva:


Plano de aula para professores (as) sobre prevenção do tabagismo:






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