Viver. Viver bem. Eis o desafio maior dos humanos. A tecnologia é parceira nas conquistas, na comodidade e na superação de dificuldades. Seria impossível, por exemplo, imaginar a nossa sociedade sem as conquistas tecnológicas do transporte.
Mas viver bem vale para todos, não só para alguns. Seria possível cada um, por exemplo, ter seu carro próprio? Parece que nosso modelo, baseado no consumo, propõe isso. Queremos um desenvolvimento infinito, num planeta finito, em condições finitas.
A Semana Nacional do Trânsito, de 18 a 25 de setembro, convida para um debate do qual não temos mais como fugir: como podemos viver bem em relação ao trânsito, especialmente nas grandes cidades. Milhares de horas parados em engarrafamentos, poluição ambiental e sonora, 30 mil brasileiros mortos em acidentes a cada ano e milhares de feridos não parece ser uma fórmula de viver bem.
Furos na camada de ozônio permitem que raios ultravioleta cheguem à nossa pele.
Declarado pela ONU (Organização das Nações Unidas) como o dia de Preservação à Camada de Ozônio, o dia 16 de setembro passou a comemorar os avanços contra a degradação ambiental.
Em 1987, aconteceu o Protocolo de Montreal, uma
reunião que envolveu cerca de quarenta e seis países, sendo que os
mesmos comprometeram-se em diminuir a produção de clorofluorcarbono
(CFC), um dos maiores responsáveis pela destruição da camada de ozônio
(O3).
Através do Protocolo, indicando quais as substâncias
que mais destroem a camada de ozônio, foi feito um trabalho
internacional, com o comprometimento dos países participantes, que ficou
aberto para novos adeptos e entrou em vigor em primeiro de janeiro de
1989.
Os países participantes se comprometeram em
desenvolver pesquisas na área das ciências para descobrir substâncias
que destroem o ozônio.
O protocolo passou por algumas revisões nos anos de 1990, 1992, 1995, 1997 e 1999.
Segundo Kofi Annan, Diplomata da Gana e sétimo
secretário geral da ONU, vencedor do prêmio Nobel da paz do ano de 2001,
“Talvez seja o mais bem sucedido acordo internacional de todos os
tempos”.
O gás clorofluorcarbono (CFC) liberado em excesso,
causa perfurações na camada de ozônio, fazendo com que os raios
ultravioleta atinjam a Terra. O mesmo pode ser encontrado em chips de
computadores, em ar-condicionado, embalagens plásticas, sprays em geral,
dentre outros.
O homem precisa ter consciência de que poluir o
ambiente só trará malefícios para sua própria vida, prejudicando as
vidas das gerações futuras.
Algumas atitudes podem contribuir para a preservação dos recursos naturais:
- Economizar energia;
- Adquirir produtos eletrônicos e eletrodomésticos
que tragam a inscrição clean, indicação de que não contém
clorofluorcarbono (CFC);
- Trocar, se possível, eletrodomésticos muito antigos, pois consomem mais energia elétrica;
- Diminuir o uso de ares-condicionados, utilizando-os somente em casos extremos;
- Não lavar roupas com água quente, pois o consumo de energia é maior;
- Evitar andar de carro particular, mas utilizando-se dos transportes coletivos, bicicleta ou mesmo andando a pé;
- Separar o lixo reciclável do orgânico;
- Juntar o óleo velho, de cozinha, e entregá-lo em postos de coleta, bem como baterias de celulares e outros eletroeletrônicos;
- Usar protetor solar, a fim de não causar problemas em sua própria pele;
- Não se expor ao sol e fazer uso de óculos escuros de qualidade;
- Fazer campanhas de preservação ambiental no seu grupo de contato, diário.
Por Jussara de Barros Graduada em Pedagogia Equipe Brasil Escola
Os raios ultravioletas podem afetar a vida no planeta
UM FILTRO SOLAR NATURAL
Você já viu o ozônio? Provavelmente não, pois, como o ar, ele é invisível. O ozônio é um gás formado de oxigênio concentrado. Ele é tão leve que paira acima da Terra, na atmosfera. A muitos quilômetros de altura existe um manto desse gás chamado camada de ozônio.
A camada de ozônio é um filtro de proteção que o planeta Terra tem lá em cima para proteger a vida aqui embaixo. Ela deixa passar o calor e a luz solar, mas impede que os raios ultravioleta do Sol cheguem até a superfície do planeta.
Quando esses raios ultravioleta conseguem ultrapassar a camada de ozônio eles queimam as plantações, destroem células vivas e podem provocar câncer de pele. É o que acontece hoje em dia por causa do buraco na camada de ozônio.
Buraco? Você sabe porque a camada de ozônio está sendo ameaçada?
POLUIÇÃO DE GELADEIRA?
Além de algumas causas naturais, o "rombo" na camada de ozônio acontece pela liberação em excesso de um gás chamado CFC (clorofluorcarbono).
O CFC destrói o ozônio, e é liberado pelas latinhas de spray aerossol (de desodorantes e inseticidas, por exemplo), geladeiras, aparelhos de ar condicionado e extintores de incêndio.
A solução para o buraco da camada de ozônio é simples: impedir a produção e liberação do CFC e substituí-lo por outro gás. Isso já está acontecendo, principalmente nos países desenvolvidos. Muitos fabricantes já trocaram o CFC por outro gás em seus produtos.
Mesmo assim, os países pobres e em desenvolvimento, como o Brasil, precisam de ajuda dos países ricos para implantar tecnologias limpas, não poluentes. A cooperação entre os países é fundamental para salvar o planeta.
Mas o CFC não é único vilão dessa história: a poluição do ar também contribui para o aumentar o buraco! Se o homem não controla os índices de poluição do planeta, os raios nocivos do Sol poderão fazer um verdadeiro estrago em um futuro próximo.
O Brasil foi descoberto pelos portugueses, no ano de 1500, e por longos anos Portugal administrou as terras brasileiras, explorando suas riquezas, escravizando e dominando o povo.
Porém, o rei de Portugal não conseguia cuidar dos dois países, pois era muito difícil controlar tudo que acontecia em razão da distância, e suas ordens não eram cumpridas. Teve então que voltar para sua terra, deixando no Brasil seufilho D. Pedro como príncipe regente.
O povo brasileiro resolveu lutar contra as normas abusivas do governo português. Não aceitavam a cobrança de altos impostos e não acolhiam a ideia de que nossas riquezas fossem levadas daqui para serem comercializadas em outros países.
Ao contrário de seu pai, D. Pedro era adorado pelos colonizadores do Brasil, pois não concordava com parte das determinações de seu pai e lutava pelosdireitos do povo.
Com isso, o príncipe regente contrariava as ideias do rei, pois deixava de atender aos interesses da corte portuguesa para lutar pelo Brasil. Foi quando seu pai mandou que voltasse para sua terra, a fim de que não prejudicasse os interesses de Portugal. Os brasileiros não aceitaram a decisão e fizeram um abaixo-assinado, com oito mil assinaturas, pedindo que o príncipe continuasse no Brasil.
Momento em que D. Pedro declarou a independência do Brasil
O manifesto foi lido pelo presidente de mesa da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, José Clemente Pereira, onde D. Pedro declarou ao povo dizendo: “como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto. Diga ao povo que fico”. A partir daí, o dia 9 de janeiro de 1822 ficou conhecido como o “Dia do Fico”.
Foi necessário que D. Pedro decretasse que nenhuma lei de Portugal teria validade no Brasil, sem a sua aprovação. Isso, para garantir que seu pai não tomasse decisões sobre o país.
Quando a notícia chegou à coroa portuguesa, o rei mandou que suas tropas buscassem e levassem seu filho à força. Mais uma vez o povo brasileiro não aceitou, enfrentando as tropas portuguesas que voltaram para Portugal.
A partir daí, o país ficou dividido entre dois grupos: dos colonizadores, do povo que queria a independência do país; e dos portugueses que aqui moravam, que estavam do lado de D. João, o que causou várias lutas no país.
No dia 7 de setembro de 1822 o Brasil tornou-se um país livre dos domínios de Portugal, após ser declarada sua independência, pelo príncipe regente. Às margens do rio Ipiranga, D. Pedro recebeu várias correspondências de Portugal, onde seu pai anulava os decretos que havia criado e ordenava sua volta ao país. Mas entre os documentos estavam cartas de sua esposa, D. Leopoldina e de José Bonifácio, que o aconselharam a proclamar a independência.
Em seu discurso, D. Pedro disse: “brasileiros, as cortes de Lisboa querem escravizar-nos. De hoje em diante nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais. Estamos separados de Portugal”. E erguendo sua espada gritou: “independência ou morte!”.
No dia 12 de outubro foi aclamado como imperador do Brasil, recebendo o título de D. Pedro I, mantendo o Primeiro Império até o ano de 1831.
Nesse emocionante jogo de tabuleiro você irá se divertir e aprender um pouco mais sobre a História da Independência do Brasil. Se errar você volta casas e perde pontos. Então, antes de começar a jogar leia alguns textos sobre essa data. Boa sorte!
Plano de aula para o professor (a) - Jogo da Independência (dinâmica):
Uma atividade lúdica para compreender o processo de Independência do Brasil.
Para que os alunos possam compreender melhor os principais fatos que marcaram a Independência do Brasil, o professor pode trabalhar com um interessante jogo capaz de reforçar os principais pontos que marcaram esse rico processo histórico. Para tanto, o professor precisa primeiramente ter trabalhado e demonstrado em aulas expositivas toda história da independência desde o contexto das Guerras Napoleônicas, até a proclamação às margens do Rio Ipiranga.
Dessa maneira, o jogo tem como principal utilidade fixar conteúdos trabalhados por meio de uma atividade lúdica capaz de reforçar o trabalho coletivo dos alunos. Para organizar a atividade, o professor necessita de algumas folhas de cartolina, tesoura, canetinha e fita adesiva para que o jogo seja montado. Primeiramente o professor deve recortar as folhas de cartolina em fichas com diferentes cores. Depois disso, ele deve organizar um roteiro de palavras-chave para cada um dos grupos participantes.
O objetivo principal do jogo é fazer com que o aluno consiga organizar as fichas de modo a conseguir remontar os principais fatos históricos que marcaram o processo de independência do Brasil. Preferencialmente, o professor pode distinguir a seqüência correta das fichas utilizando uma cor diferente para as palavras relacionadas ao começo, o meio e o fim da história da Independência. A diferenciação em cores tem como objetivo facilitar o desafio e permitir maior jogabilidade para os alunos.
Se possível, o professor pode criar três ou mais conjuntos iguais de ficha para que a competição seja feita entre grupos. Após a formação dos grupos, o professor estipula um tempo onde cada um dos grupos, ao mesmo tempo, vai organizar as fichas em uma seqüência coerente aos acontecimentos que marcaram o processo de independência. Para avaliar a atividade, o professor pode pré-estabelecer uma contagem de pontos para cada ficha colocada de forma correta no esquema montado pelos alunos.
Depois que os grupos cumprirem a atividade, o professor pode corrigir o esquema montado por cada um dos grupos junto com toda a sala, permitindo que o conteúdo seja rememorado. Com o fim da atividade os alunos passam a ter maior habilidade para elaborar fichamentos sobre um determinado assunto e, principalmente, compreender a organização dos fatos na linha espaço-temporal.
Agora temos um espaço exclusivo para as postagens dos professores (as) do Ensino Fundamental I e II. Logo acima do blog da Escola Valdelice temos dois botões (Fundamental I e Fundamental II) que levam os visitantes para um novo ambiente de postagens educacionais. Nesses novos espaços os educadores podem postar lições de casa, atividades para a sala de informática e até mesmo aulas para utilizar na lousa digital. Monte suas aulas para facilitar o seu trabalho nos diversos anos do Ensino Fundamental. Em breve, teremos novos espaços para acesso de todos os nossos visitantes.
Postado por Prof. Eduardo Camargo (POSIE - Escola Valdelice - Embu das Artes).
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