O prefeito do município, Chico Brito, o vereador Doda, secretário da educação Paulo, secretário de obras Nelson e engenheiro visitaram as dependências do Complexo Valdelice neste último sábado (23/11/2013) às 17h00. O diretor de escola Vilson Giron e a secretária Rose acompanharam o prefeito nas duas horas em que esteve presente na escola.
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Dia da Consciência Negra e o herói chamado Zumbi

Zumbi líder do quilombo dos Palmares
Zumbi foi o grande líder do quilombo dos Palmares, respeitado herói da resistência antiescravagista. Pesquisas e estudos indicam que nasceu em 1655, sendo descendente de guerreiros angolanos. Em um dos povoados do quilombo, foi capturado quando garoto por soldados e entregue ao padre Antonio Melo, de Porto Calvo. Criado e educado por este padre, o futuro líder do Quilombo dos Palmares já tinha apreciável noção de Português e Latim aos 12 anos de idade, sendo batizado com o nome de Francisco. Padre Antônio Melo escreveu várias cartas a um amigo, exaltando a inteligência de Zumbi (Francisco). Em 1670, com quinze anos, Zumbi fugiu e voltou para o Quilombo. Tornou-se um dos líderes mais famosos de Palmares. "Zumbi" significa: a força do espírito presente. Baluarte da luta negra contra a escravidão, Zumbi foi o último chefe do Quilombo dos Palmares.
O nome Palmares foi dado pelos portugueses, em razão do grande número de palmeiras encontradas na região da Serra da Barriga, ao sul da capitania de Pernambuco, hoje, estado de Alagoas. Os que lá viviam chamavam o quilombo de Angola Janga (Angola Pequena). Palmares constituiu-se como abrigo não só de negros, mas também de brancos pobres, índios e mestiços extorquidos pelo colonizador. Os quilombos, que na língua banto significam "povoação", funcionavam como núcleos habitacionais e comerciais, além de local de resistência à escravidão, já que abrigavam escravos fugidos de fazendas. No Brasil, o mais famoso deles foi Palmares.
O Quilombo dos Palmares existiu por um período de quase cem anos, entre 1600 e 1695. No Quilombo de Palmares (o maior em extensão), viviam cerca de vinte mil habitantes. Nos engenhos e senzalas, Palmares era parecido com a Terra Prometida, e Zumbi, era tido como eterno e imortal, e era reconhecido como um protetor leal e corajoso. Zumbi era um extraordinário e talentoso dirigente militar. Explorava com inteligência as peculiaridades da região. No Quilombo de Palmares plantavam-se frutas, milho, mandioca, feijão, cana, legumes, batatas. Em meados do século XVII, calculavam-se cerca de onze povoados. A capital era Macaco, na Serra da Barriga.
A Domingos Jorge Velho, um bandeirante paulista, vulto de triste lembrança da história do Brasil, foi atribuído a tarefa de destruir Palmares. Para o domínio colonial, aniquilar Palmares era mais que um imperativo atribuído, era uma questão de honra. Em 1694, com uma legião de 9.000 homens, armados com canhões, Domingos Jorge Velho começou a empreitada que levaria à derrota de Macaco, principal povoado de Palmares. Segundo Paiva de Oliveira, Zumbi foi localizado no dia 20 de novembro de 1695, vítima da traição de Antônio Soares. “O corpo perfurado por balas e punhaladas foi levado a Porto Calvo. A sua cabeça foi decepada e remetida para Recife onde, foi coberta por sal fino e espetada em um poste até ser consumida pelo tempo”.
O Quilombo dos Palmares foi defendido no século XVII durante anos por Zumbi contra as expedições militares que pretendiam trazer os negros fugidos novamente para a escravidão. O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695.
A lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de novembro no calendário escolar, data em que comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Nas escolas as aulas sobre os temas: História da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, propiciarão o resgate das contribuições dos povos negros nas áreas social, econômica e política ao longo da história do país.
Fonte:
Postado por Eduardo L D Camargo - POSIE - Escola Valdelice - Embu das Artes/SP
CAMPANHAS ABOLICIONISTAS
Na primeira metade do século XIX, a Inglaterra já pressionava a Coroa portuguesa a abolir a escravidão no território brasileiro. Entretanto, tal ato confrontava com os interesses da elite cafeicultora e dos próprios portugueses, que lucravam com a mão-de-obra não remunerada.
Em 1863, o decreto do presidente dos Estados Unidos Abraham Lincoln em acabar com a escravidão nos Estados Unidos deu margem para que movimentos abolicionistas brasileiros fortalecessem sua campanha contra o regime escravocrata.
Políticos republicanos engajados, como Joaquim Nabuco e José Patrocínio, criaram em 1880 no Rio de Janeiro a “Sociedade Brasileira Contra a Escravidão”, para acelerar o processo de abolição. O jornal “O Abolicionista”, de Nabuco, e a “Revista Ilustrada”, de Ângelo Agostini, foram importantes contribuições intelectuais para explicar como regimes escravocratas são danosos ao Estado e à humanidade.
Além de Nabuco e Patrocínio, intelectuais, jornalistas, advogados e estudantes aderiram à campanha abolicionista. Entre eles, estavam Castro Alves, José Bonifácio, Eusébio de Queirós, Visconde de Rio Branco, Luís Gama e Rui Barbosa.
Alguns ativistas chegavam a organizar secretamente fugas de escravos em quilombos do Rio de Janeiro. Luís Gama, um advogado ex-escravo, foi responsável pela libertação de mais de 1.000 deles em São Paulo. Nesta época, cerca de 750.000 negros ainda eram mantidos como escravos.
Em 1871, criou-se a primeira lei de cunho abolicionista. Apesar de ser um ideal difundido majoritariamente pela ala liberal, foi o conservador Visconde do Rio Branco quem criou a Lei do Ventre Livre, defendendo o escravismo como uma “instituição injuriosa” que fere a imagem internacional do Brasil. A lei não foi levada a sério pelos imperialistas, mas mostrou números agravantes sobre a situação da mão-de-obra escrava do país, expondo-os a público.
Benjamin Constant, tenente-coronel e professor do Colégio Militar, incitou seus alunos militares a não sustentarem o regime escravocrata e, em outubro de 1887, o marechal Deodoro da Fonseca, responsável pelo Colégio Militar, informou à Princesa Isabel que as tropas do exército estavam indisponíveis para capturar escravos foragidos, pois não eram “capitães do mato”. O ato do marechal acabou ligando diretamente o movimento abolicionista com o movimento republicano.

Desta forma, a crescente pressão para o fim do regime escravocrata teve êxito com a assinatura da Lei Áurea, em 13 de novembro de 1888, pela Princesa Isabel. Entretanto, os negros libertados ainda se depararam com outro dilema, que persiste ainda nos dias de hoje: a inclusão social.
Questão: Movimento Abolicionista

Na prova do Enem 2009, tente resolver esta questão sobre o movimento abolicionista no Brasil, liderado por figuras como Joaquim Nabuco, e que acabou levando à abolição do escravismo no país. A resolução está logo abaixo da questão, com comentários e habilidades cobradas na prova. Para ter mais informações sobre este exame nacional, fique atualizado nas notícias sobre o Enem.
Questão
Questão 39:O abolicionista Joaquim Nabuco fez um resumo dos fatores que levaram à abolição da escravatura com as seguintes palavras: “Cinco ações ou concursos diferentes cooperaram para o resultado final: 1.º) o espírito daqueles que criavam a opinião pela idéia, pela palavra, pelo sentimento, e que a faziam valer por meio do Parlamento, dos meetings [reuniões públicas], da imprensa, do ensino superior, do púlpito, dos tribunais; 2.º) a ação coercitiva dos que se propunham a destruir materialmente o formidável aparelho da escravidão, arrebatando os escravos ao poder dos senhores; 3.º) a ação complementar dos próprios proprietários, que, à medida que o movimento se precipitava, iam libertando em massa as suas ‘fábricas’; 4.º) a ação política dos estadistas, representando as concessões do governo; 5.º) a ação da família imperial.”
(Joaquim Nabuco. Minha formação. São Paulo: Martin Claret, 2005, p. 144 (com adaptações)).Nesse texto, Joaquim Nabuco afirma que a abolição da escravatura foi o resultado de uma lutaa) de idéias, associada a ações contra a organização escravista, com o auxílio de proprietários que libertavam seus escravos, de estadistas e da ação da família imperial.
b) de classes, associada a ações contra a organização escravista, que foi seguida pela ajuda de proprietários que substituíam os escravos por assalariados, o que provocou a adesão de estadistas e, posteriormente, ações republicanas.
c) partidária, associada a ações contra a organização escravista, com o auxílio de proprietários que mudavam seu foco de investimento e da ação da família imperial.
d) política, associada a ações contra a organização escravista, sabotada por proprietários que buscavam manter o escravismo, por estadistas e pela ação republicana contra a realeza.
e) religiosa, associada a ações contra a organização escravista, que fora apoiada por proprietários que haviam substituído os seus escravos por imigrantes, o que resultou na adesão de estadistas republicanos na luta contra a realeza.
FONTES:
http://www.infoescola.com/historia-do-brasil/campanhasabolicionistas/
http://www.historiadigital.org/historia-do-brasil/brasil-imperio/segundo-reinado/questao-enem-2008-abolicao-da-escravatura/
http://www.historiadigital.org/historia-do-brasil/brasil-imperio/segundo-reinado/questao-enem-2008-abolicao-da-escravatura/
Postado por Eduardo L G Camargo - POSIE - Embu das Artes/SP
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Práticas Educacionais em Direitos Humanos na Escola
A E. M. Valdelice Aparecida Medeiros Prass é modelo de prática educacional para a redução dos índices de violência no município de Embu das Artes. Programa do curso Ética, Valores e Cidadania na Escola apresentado pela TV CULTURA (UNIVESP).
Vídeo 1- Programa completo UNIVESP TV
Vídeo 2 - Entrevista na E. M. Valdelice Ap. M. Prass (parte)
Os valores humanos na escola
Em um mundo cada vez mais violento e individualizado, a escola e o corpo
docente tem o dever de tentar promover uma reflexão com os alunos sobre os
valores humanos, que andam esquecidos pela maioria da sociedade, especialmente
pelos jovens. Esse tipo de reflexão pode ser feita por qualquer professor, seja
qual for sua formação.
A sociedade atual tem produzido indivíduos que não possuem apreço e
respeito à vida. A violência não tem como autores somente criminosos de classes
excluídas, existem pessoas de camadas sociais elevadas que promovem deploráveis
atos dessa natureza.
Diante dessa realidade, a escola pode trabalhar temas em sala como o
respeito à: vida, natureza, raças, etnias, cultura, origem, entres outras;
destacando que as pessoas são diferentes, mas que cada uma possui sua
identidade e carrega consigo uma história de vida.
Outro tema a ser abordado é
a equidade, termo que está vinculado à igualdade e justiça entre todas as
camadas sociais, até porque grande parte das constituições dos países
espalhados pelo mundo afirma que todos são iguais perante a lei.
A escola deve reforçar ainda acerca da responsabilidade social,
destacando que toda pessoa tem seu dever na sociedade, e que pode contribuir
com a melhoria da mesma por meio de atitudes construtivas, tais como
preservação do patrimônio público e privado, trabalho voluntário, etc.
Outro
valor humano que deve ser constantemente abordado é a solidariedade, esse é um
ato que demonstra amor fraternal àqueles que necessitam, é feito sem esperar
nada em troca. Seu objetivo é conseguir ajudar alguém que precisa.
A honestidade é outro valor humano esquecido pelas pessoas, diante
disso, o professor tem a incumbência de determinar que ser honesto nos leva à
retidão, e essa nos proporciona paz.
Juntamente com todos os valores citados, podemos ainda acrescentar a
ética, expressão que possui diversos significados, mas todos ligados ao modo
correto de um ser humano proceder em sua vida, respeitando a si e a sociedade.
Por Eduardo de Freitas
Equipe Brasil Escola
Equipe Brasil Escola
Postado por Prof. Eduardo L G Camargo - POSIE - Escola Valdelice - Embu das Artes/SP
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Dia do Saci - apresentação de fantoches na sala de leitura
Celebrado o Dia do Saci
Quem não lembra do mito do carismático negrinho de uma perna só, vestindo um gorro vermelho e fumando seu cachimbo, enquanto apronta travessuras por aí? Desde 2005, essa figura importante do folclore brasileiro, o Saci, tem o seu dia especial: 31 de outubro. A data foi criada com o objetivo de resgatar figuras importantes do folclore nacional, já que muitos pelo Brasil também celebram no mesmo dia o Halloween (ou Dia das Bruxas), um mito de origem celta, comemorado em inúmeros países como pelo mundo, especialmente Estados Unidos e Europa.
O mito do Saci Pererê teria surgido entre os indígenas da Região das Missões, no Sul, e se espalhado por todo o Brasil. Divertido e brincalhão, o Saci apronta travessuras nas matas e nas casas. Apesar disso, ele não tem o objetivo de prejudicar alguém ou fazer o mal. Ele é um conhecedor das ervas da floresta e guarda os segredos dos seus conhecimentos. O escritor Monteiro Lobato retratou o personagem de maneira brilhante na literatura infantil.
Em 2003, foi apresentado um projeto de lei federal (nº 2.762, de 2003), elaborado por Chico Alencar, (PSOL - RJ) e Ângela Guadagnin (PT - SP), com o pedido da institucionalização do dia. Anteriormente, o Estado de São Paulo havia oficializado a dada com a Lei nº 11.669, de 13 de janeiro de 2004. Outros dez municípios paulistas também adotam o Dia do Saci como São Luiz do Paraitinga (onde a festa dedicada ao saci dura quase duas semanas), São José do Rio Preto, Guaratinguetá e Embu das Artes. O dia também foi oficializado em Vitória (ES); Poços de Caldas e Uberaba (MG); Fortaleza e Independência (CE).
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